7 erros comuns em inglês e como evitá-los

Você já se familiarizou com o verbo “to be”, conquistou um vocabulário interessante, frequentou aulas ou atingiu o conhecimento mediante um aprendizado autodidata? Mas, será que sabe quais são os erros comuns em inglês?Veja os pequenos equívocos que podem despertar dúvidas e até mesmo gargalhadas.

Corringindo os erros mais comuns em inglês

Para atingir a fluência, é normal cometer alguns erros comuns em inglês façam parte do treinamento, e é através deles que o idioma se tornará perfeito, tanto para escrita, quanto para conversação. A seguir, conheça alguns dos equívocos onde acontecem os maiores tropeços por parte dos brasileiros que desejam mergulhar na língua inglesa, e evite-os.

1. Letras de mais ou de menos

Um dos erros comuns em inglês e que mais incomoda os nativos no idioma é o triste hábito do brasileiro de “comer” letras ou estendê-las quando lhe convém. Isso pode ser observado logo em um nome bastante comum ao nosso cotidiano, chamado “Facebook”.

Ao passo que o “k” nesse caso tem a pronúncia seca, e finaliza a palavra, nós, brasileiros, temos o costume de alonga-la, transformando-a em um sonoro “feicibuqui”. Em contraponto, outras palavras são suprimidas, e podem acabar tomando outro sentido; isso acontece em “coffee” (café), por exemplo, onde muitas vezes a preguiça em pronunciar sua totalidade a transforma em “cof” (tosse).

2. Pronunciar o R e H sob a mesma sonoridade

Uma das maiores dificuldades para quem está começando a aprender inglês é saber diferenciar a pronúncia da letra R e H em determinadas palavras. Afinal, essa série de equívocos pode alterar o sentido de toda uma sentença, ocasionando mal entendidos.

Alguns dos exemplos onde esse problema é observado estão nas palavras height (altura) e right (certo/direita); ou rate (taxa) e hate (ódio). Por isso, observe em músicas, vídeos na internet ou filmes, como soa a pronúncia de cada uma dessas palavras, treinando e gravando sua própria voz, para fazer um comparativo mais eficiente depois.

3. Esquecer-se que o B soa mudo

Tanto no português, quanto na língua espanhola, geralmente pronunciamos as palavras exatamente da forma como estão escritas – letra a letra. No inglês, isso não é regra.

Considerado um idioma de muitas letras mudas, o inglês apresenta uma particularidade com a letra B, que exige um certo cuidado na pronúncia. Na maioria dos casos em que o B e o M, ou B e T estiverem juntos em determinada palavra, o B não será pronunciado. Alguns exemplos estão em: bomB, climB, numB, deBt, douBt.

4. Grafia e pronúncias parecidas: um perigo!

Entre os erros comuns em inglês, esse certamente é o que pode te trazer mais problemas. A exemplo, palavras como kitchen (cozinha) e chicken (galinha) são frequentemente confundidas. Isso sem contar os cognatos – termos de grafia semelhante ao português, mas significado diferente -, que também são inseridos de forma equivocada.

Ainda que uma série de palavras da língua inglesa sejam semelhantes ao nosso idioma, isso não necessariamente quer dizer que significam a mesma coisa. Costume (fantasia), por exemplo, não diz o que parece ser; pretend (fingir) certamente passa longe do sentido de pretender; quem é brave (corajoso) não necessariamente é bravo; e contest (concurso) não tem nenhuma semelhança com o verbo contestar. Por isso, cuidado!

Quanto a pronúncia, o risco aumenta. Atente-se sempre às diferenças entre palavras como ear (orelha) e year (ano); thank (obrigado), sank (afundar) e tank (tanque); word (palavra) e world (mundo); o trio cheap (barato), sheep (ovelha) e ship (navio); e outras duas que podem trazer grandes confusões: beach (praia) e bitch (cadela).

5. Sem vergonha do “th”

Certamente enquanto se aprende o inglês, o dígrafo “th” é uma das partes mais complicadas dessa pronúncia. Afinal, é comum se sentir um pouco ridículo nas primeiras vezes, enquanto ainda não se sabe o equilíbrio exato em que a língua precisa se projetar entre os dentes.

Mas acredite, ainda pior que treinar, é se ver em uma falha considerável na comunicação com um nativo na língua inglesa. Pratique enquanto assiste a um filme, ouve uma música ou repete o que ouviu em uma entrevista – desde que não seja a clássica chuva de gafes de Joel Santana.

6. Traduções literais

Gírias, expressões populares, ou simplesmente palavras parecidas são grandes armadilhas que um entusiasta no inglês encontra quando coloca o vocabulário em prática com nativos.

Lembre-se sempre que, para formular uma sentença, é preciso organizar locuções e tempos verbais, nunca realizando uma tradução literal do português para o inglês. As gírias e expressões idiomáticas também precisam ter essa tradução evitada, uma vez que as mesmas quase nunca fazem sentido para outras culturas.

Alguns exemplos do que não fazer está em expressões como “break the branch” (quebrar um galho) ou “stepped on the ball” (pisou na bola). Não tente fazer adaptações; procure conhecer as expressões locais equivalentes para se fazer entender e não passar vergonha.

Aqui vai um exemplo do que aconteceria se traduzíssemos as nossas expressões literalmente para o inglês:

https://www.youtube.com/watch?v=v_jc_J04OyI

7. Cuidado com as preposições

Um pequeno detalhe pode mudar totalmente o rumo da conversa – e ele está nas preposições utilizadas em verbos frasais. Palavras como look out (ter cuidado) e look into (verificar) são apenas um exemplo de como o significado da expressão pode ser alterado, bastando modicar a preposição.

Entre os erros comuns em inglês, confundir ou ignorar essa regra pode se transformar em uma falha séria na comunicação. Uma vez que tal pluralidade de sentidos é observada, é preciso ter cuidado redobrado ao formular uma sentença, já que um equívoco poderá te colocar em situações embaraçosas – veja o exemplo: make up (fazer a pazes ou inventar) e make out (ficar com alguém, namorar). Percebeu o problema?

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