Diante das exposições que estão acontecendo agora em São Paulo, como Miró No Tomie Ohtake, Kandinsky no CCBB, fiquei inspirada em falar sobre as exposições que fui em minhas viagens. Aproveitando que no mês passado entrou em cartaz a exposição “A Paisagem na Arte: 1690-1998. Artistas britânicos da coleção da Tate” na Pinacoteca, resolvi escrever sobre o dia em que visitei o Tate Modern em Londres.

Primeiro confesso dizer que quando cheguei no Tate Modern, eu não o conhecia, na verdade, entrei no prédio por pura curiosidade, afinal o prédio chama a atenção. Caminhando pelo Tate, que tem um espaço grande de exposição em cada andar, vi muitas obras expostas e logo percebi que estava em um museu (obviamente!).
Sem saber muita coisa, fui observando as obras e de logo gostei muito, havia muita variedade de gênero e estilo, e a disposição variada das obras me pareceu muito intrigante. Posso estar muito enganada (e os estudiosos de arte, que o digam!), mas o Tate me remeteu um pouco ao museu Pompidou de Paris.

Mais à frente, avistei um balcão com o mapa do museu que custava apenas 1 euro, você pegava um mapa e colocava o dinheiro em uma caixinha transparente que ficava ao lado. Não tinha vendedores, assim você mesmo fazia sua “compra”. Achei interessante, até porque a caixinha estava cheia de dinheiro, ou seja, as pessoas realmente COMPRAVAM o mapa.

Tate-Modern

Muitas pessoas podem achar que visitas a museus são passeios chatos e tediosos, eu entendo. Isso acontece porque a visita ao museu exige mais participação do turista do que uma visita a um parque temático, por exemplo. Mas tenho a dizer que a recompensa é infinitamente maior (não desmerecendo os parques, a Disney para mim é um sonho, e quem disser o contrário está mentindo).

E por essa razão não tenho muita informação para compartilhar aqui, afinal a visita é muito individual, é a sua relação com as obras, que me possibilitariam falar por horas, mas que aqui não é conveniente. O que quero dizer é que ir a um museu, pode ser um mergulho cultural e artístico não só local, mas como o mundo todo. Então acho que vale muito a pena você gastar uma tarde visitando um museu.
Para quem não conhece o Tate Modern (como eu não conhecia), ele é um dos maiores museus de arte em Londres, a coleção deles tem cerca de 70,000 obras de cerca de 3,000 artistas. O acervo deles contempla desde obras de 1500 até hoje, incluindo o Modernismo e a Arte Contemporânea. Para quem quiser mais sobre o Tate (antes de visita-lo, acredito que vai ter mais vantagens do que eu, que fui sem saber nada) é bacana acessar o site: http://www.tate.org.uk/

O Tate mantém um acervo de cerca de 2,500 obras de William Turner, que foi um artista britânico muito importante, pois para muitos ele foi o precursor do Modernismo. O Tate Modern para mim foi especial principalmente por causa desse artista e por isso dou essa dica (que não tem nada a ver diretamente com a visita, mas que achei legal compartilhar) foi lançado em 2014, o filme Mr. Turner do diretor Mike Leigh, que vale a pena assistir. Você pode ver o trailer do filme abaixo.


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Para quem ainda não conseguiu fazer as malas para Londres, é possível ter um pouco do gostinho do Tate Modern aqui na Pinacoteca de São Paulo, afinal apreciar obras de arte é também viajar. E para quem já é fã de Monet, tenho certeza que vai gostar bastante do Turner, que inclusive tem algumas de suas obras exibidas na Pinacoteca.

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Sobre o Autor

Camila Yumi

Gosta tanto dos papéis de viagem que resolveu ter uma coluna só pra falar deles.

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