Não é segredo para ninguém que os Estados Unidos sempre foram rigorosos na imigração. No entanto, a situação promete ficar ainda mais complicada, uma vez que o governo Trump prometeu (e tem cumprido) políticas cada vez mais rígidas nas fronteiras. O objetivo é supostamente impedir a entrada de integrantes de facções terroristas e dificultar a vida de quem tentar entrar ilegalmente no país.

As complicações começam a surgir ainda no processo de visto. Além da burocracia habitual, o Escritório de Gestão e Orçamento adicionou mais requisitos para quem estiver programando uma ida à terra do Tio Sam. Um deles é a checagem das redes sociais, medida que tem gerado muita polêmica antes mesmo da sua aprovação, no final do mês de maio.

FaceTrump?

As novas diretrizes passam por uma verdadeira análise da atividade online do candidato ao visto. E engana-se quem pensa que só contam os registros mais recentes! A autoridade consular pode solicitar todas as redes sociais dos últimos 5 anos e ainda outras informações pessoais dos últimos 15 anos. Endereços, locais de trabalho e números de telefone anteriores são alguns dos dados de interesse. A tentativa de apertar o cerco contra possíveis suspeitos pode tornar o processo de concessão do documento muito mais moroso.

De acordo com o Departamento de Estado, os consulados estão autorizados a fazer essa investigação sempre que considerarem necessária. No entanto, o rigor absoluto só está previsto quando forem encontrados indícios de ligações com células terroristas ou outras situações que levantem as suspeitas das autoridades.

Então, se você não tem nada a temer, o mais provável é que não sofra as consequências das novas medidas norte-americanas. Se, por ventura, forem solicitadas informações extra para o seu processo de visto, esteja preparado para concedê-las ao agente consultar e mantenha a calma. Seja solícito e consistente nas suas respostas e não haverão dúvidas sobre a sua identidade e intenções.

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