As principais cidades da Itália (e mais encantadoras)

A Itália se tornou, ao longo dos anos, um dos países mais visitados por brasileiros e turistas de todo mundo. Terra não só das belas paisagens, dos montes da região de Piemonte, da bela Toscana e das praias da Sicília. Terra também, de um povo animado, exagerado e gesticulador. Quem nunca se imaginou em uma das cidades da Itália, apreciando um bom vinho e comendo uma deliciosa pasta?

Cidades da Itália: quais visitar?

Para você que deseja conhecer algumas das mais belas (e principais) cidades da Itália, através de um roteiro de norte a sul do país, aqui vão algumas dicas para deixar qualquer viajante realizado. Não duvidamos que ao fim desta viagem você queira se tornar um verdadeiro italiano.

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De Norte a Sul para conhecer a Itália

O ideal na hora de escolher um roteiro de viagens, seja ela por diversos países ou cidade, é que ele tenha uma lógica. Passar horas dentro de um avião, três ou ônibus não está nos planos de nenhum viajante, principalmente se os dias são contados. Portanto, ao sugerir este roteiro, consideramos uma sequência lógica para seguir pelas cidades. O que não significa que não possa ser alterado.

O importante é que, após decidir a cidade de chegada e partida, o restante das cidades sejam feitas ou em “linha” (começo e fim, quando os voos são em cidades diferentes) ou em “círculo” (no caso de quem chega e parte pela mesma cidade). Sendo assim, começaremos pelo Norte do país, com as seguintes cidades:

  • Turim
  • Milão
  • Verona
  • Veneza
  • Bolonha
  • Florença
  • Pisa
  • Roma
  • Nápoles
  • Palermo

Aposto que você já está empolgado e, se um dia pretende conhecer as cidades da Itália, irá passar por pelo menos uma delas.

Turim: a primeira capital da Itália

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Esta cidade está localizada ao norte, na região de Piemonte. Para os apreciadores de vinho, este nome já é bastante sugestivo, pois é entre os montes dessa terra que se cultiva um dos mais importantes vinhos da Itália: o Barolo, nos vinhedos de Nebbiolo. Mas não para por aí, a terra é reconhecida internacionalmente pelo seu roteiro enogastronômico. Para os apreciadores da comida italiana, foi nesta região que surgiu o arroz piamontese (aquele com champignon e queijo parmesão).

Para além dessa forte característica gastronômica, a cidade é belíssima. Cortada pelo maior rio italiano, o Po, a cidade também apresenta uma magnífica vista aos Alpes (onde está localizada a conhecida passagem terrestre para a França, o túnel Mont Blanc).

Os destaques turísticos vão para o Museu Egizio, segundo maior do mundo com uma vasta coleção de papiros e estátuas, e o Molo Antonelliana, que já foi um dos edifícios mais altos do mundo e hoje abriga o Museu do Cinema. Também é preciso visitar e conhecer o Duomo e as ruínas do muro romano na cidade; a Capella della Sacra Sindone (onde fica o Sudário de Turim) e os palácios Real e Madama.

Para os mais aventureiros, vale a pena uma caminhada pelos montes da região, Cervino e Rosa e, para os mais preparados, um passeio clássico junto à fronteira da Suíça para conhecer o Hospício São Bernado. É de lá a origem dos cães salva-vidas que levam o mesmo nome.

Como seguir de Turim para Milão: 141 Km

  • Trem: 50 minutos com custo médio de € 18 a € 26
  • Ônibus: 2 horas e 27 minutos, com custo médio de € 16 a € 42
  • Carona: 1 hora e 58 minutos, com custo médio a partir de € 7

Milão: a capital italiana da moda

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Das luxuosas vitrines do Quadrilátero d’Oro às boutiques do Corso Buenos Aires. Qual o seu bolso para investir na moda de Milão? A verdade é que, para muitos dos viajantes, essas zonas não passam de um local de passagem. Mas, nessa cidade da Itália, vale a pena caminhar com mais atenção, mesmo que por pura vista de olhos.

Milão, para além da moda, é uma das cidades da Itália pertencentes à região da Lombardia (a mais populosa do país). Com relação à gastronomia, acertou aquele que pensou em bife à milanesa. Porém, este não é o principal prato da região, mas sim o Ossobuco (músculo da parte traseira da “canela” do bezerro). Se você trouxe algum vinho da região de Turim, agora é a hora de experimentá-lo com os famosos queijos da região: mascarpone, taleggio e gorgonzola.

A cidade de Milão também é pura cultura e arte, começando pela grandiosa Duomo di Milano e o Teatro della Scala (um dos mais importantes do mundo no que diz respeito à Ópera). Não deixe de visitar, também, a Igreja Santa Maria delle Grazie, pois é lá que se encontra o quadro A última Ceia, de Leonardo da Vinci. Para os amantes desse artista, também vale a pena conhecer o Museo Nazionale della Scienza e Tecnica.

Como seguir de Milão para Verona: 168 Km

  • Trem: 1 hora e 21 minutos com custo médio de € 19 a € 30
  • Ônibus: 3 horas e 04 minutos, com custo médio de € 12 a € 16
  • Carona: 2 horas e 11 minutos, com custo médio a partir de € 8

Verona: a capital do amor

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Faz ideia do motivo desse nome? Vai uma dica, William Shakespeare escolheu essa cidade da Itália como cenário de uma das suas obras mais famosas. Para quem ainda não faz ideia do que estamos falando, esta é a cidade de Romeu e Julieta. Se ainda não encontrou o grande amor da sua vida, não se preocupe, a cidade de características medieval também te fará ficar deslumbrado.

A região de Venêto (que também se expande à Veneza) tem como característica principal seus lagos, lagunas e afluentes do rio Po. É nesta região que se encontra o maior lago italiano, o Garda. Nesta região a gastronomia é um pouco mais exótica e fica por conta de pratos feitos com Radicchio (chicória), Fiore di Zucca Ripiena (flor de abobinha) e Sfilacci Cavallo (salada de carne de cavalo).

Com relação aos pontos turísticos, são simplesmente encantadores. A começar pela Arena di Verona, uma das mais bem preservadas arenas entre as cidades da Itália e a terceira maior que ainda existe no mundo. Outras lugares que você, definitivamente, não pode deixar de conhecer é a casa da Família Capello, mais conhecida como a casa de Julieta. Subir as escadas da casa e chegar até a varanda, de onde eram declamados os mais belos poemas de amor, é vivenciar uma experiência única. Lá também é possível ver a estátua da amada de Romeo. Também é possível visitar a casa do apaixonado, que fica bem próximo. Mas esta, já não é tão atrativa e simbólica quando a de Julieta.

Faça um passeio pela cidade, à beira do rio Ádige, e deslumbre-se com as construções medievais da Ponte Pietra e do Castelvecchio (hoje um museu). Piazzas como a de dell Erbe, dei Signori merecem uma visita. Já no Centro Storico di Verona, será a vez de apreciar a Torre dei Lamberti e, se tiver coragem, subir os seus 300 degraus para uma vista completa de Verona.

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Como seguir de Verona para Veneza: 121 Km

  •  Trem: 1 hora e 11 minutos com custo médio de € 16 a € 28
  • Ônibus: 2 horas e 05 minutos, com custo médio de € 9 a € 12
  • Carona: 1 hora e 40 minutos, com custo médio a partir de € 7

Veneza: a capital dos bailes de máscara

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Lugar para os apaixonados, mais uma vez. Quem nunca ouviu uma história romântica, ou mesmo um filme sobre casais em passeios românticos, pelos canais da cidade, dentro de uma gôndola típica? Mas não se desespere, a cidade é muito mais do que um “barquinho dentro d’água”.

Começaremos pela parte didática: essa cidade da Itália é constituída por um conjunto de ilhas no qual cerca de dois terços dos seus habitantes, os Incola Lacunae (em tradução livre habitantes de lagoa) vivem. O restante vive na parte continental (e menos turística da cidade). São 177 canais, 400 pontes e 118 ilhas. O centro histórico da cidade é completamente pedonal e o único meio de transporte (fora os seus pés), são os barcos e as gôndolas.

La Sereníssima é o nome que a cidade é conhecida. Quando lá estiver, você terá duas opções bem claras, fazer um esforço tremendo para entender o mapa e achar as mais estreitas passagens, que são um verdadeiro labirinto ou se desprender completamente e conhecer o local através das placas e indicações dos moradores.

Conhecer a Piazza San Marco, a Basílica de Santa Maria della Salute e a Ponte Rialto é imprescindível. Além é claro de um passeio encantador pelos pequenos canais da cidade ou talvez, pelo deslumbrante Gran Canal.

Caso tenha um tempinho a mais pela cidade, pense em conhecer uma das ilhas, Murano ou Burano. A primeira é reconhecida internacionalmente pela fabricação de artefatos e joias em murano (uma espécie de vidro colorido).

Como seguir de Veneza para Bolonha: 154 Km

  • Trem: 1 hora e 25 minutos com custo médio de € 20 a € 28
  • Ônibus: 2 horas e 15 minutos, com custo médio de € 10 a € 24
  • Carona: 2 horas e 06 minutos, com custo médio a partir de € 7

Bolonha: a capital da gastronomia

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Capital da região da Emilia-Romagna, a cidade possui o apelido carinhoso de La Grassa ou A Gorda. Foram os tons avermelhados das paredes e muros da cidade que inspiraram os cozinheiros italianos a criarem a famosa lasanha e seu molho à bolonhesa (ou simplesmente ragu).

A Arquitetura do local também não fica para trás. Além das cores da cidade, os pórticos (arcadas nas entradas/laterais dos edifícios) com sua extensão de mais de 45 quilômetros dão um charme único a esta cidade da Itália.

Visite a universidade mais antiga do mundo, fundada em 1088, a Università di Bologna, a Piazza Maggiore e as Duas Torres na Piazza di Porta Ravegnana. É possível subir em uma delas, a Torre Asinelli, e ter uma vista incrível de toda cidade. E, se você é fã de algumas das maiores marcas de automóveis do mundo aproveite o passeio, pois a Ferrari, Lamborghini, Pagani, Maserati e Ducati possuem fábricas na região e algumas lojas e cafés ligados à marca.

Como seguir de Bolonha para Florença: 111 Km

  • Trem: 40 minutos com custo médio de € 19 a € 21
  • Ônibus: 1 hora e 30 minutos, com custo médio de € 5 a € 40
  • Carona: 1 hora e 42 minutos, com custo médio a partir de € 6

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Florença: a capital do Renascimento italiano

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Falar da capital da Toscana é até complicado por causa a Síndrome de Stendhal. Sabe o que isso significa? Que você terá vertigens ao conhecer essa cidade da Itália devido ao excesso de beleza. Sim, é verdade e não estamos exagerando, são várias igrejas, museus, palácios e praças maravilhosas.

Quando for a esta cidade da Itália reserve, pelo menos, dois dias inteiros que valerá cada passo. E se as pernas estiverem boas, faça todo o percurso a pé para apreciar cada esquina. A começar pelo Duomo di Firenze, a Santa Maria del Fiore (localizada na praça homônima). Este é um complexo religioso riquíssimo em cores e formato.

Conheça, em seguida, a Piazza della Signoria, principal praça da cidade. É um museu a céu aberto e você poderá conhecer a réplica da escultura de David, obra de Michelangelo, a Fontana de Nettuno e o prédio da prefeitura de Firenze, Palazzo Vecchio que oferece uma vista panorâmica da cidade (é preciso pagar para subir). Quer conhecer a escultura original de David? Também é possível, “logo alí” Museu dell’Accademia.

A procura de mais obras de artes? Visite o Museo Uffizi com obras de Leonardo da Vinci e Botticelli; o Museo Nazionale del Bargello com obras de Michelangelo e Mainardi e o Palazzo Pitti. Fica até complicado enumerar tanta informação e potencial artístico.

Passeie também pela famosa Ponte Vecchio, que também possui a tradição do cadeado (feito Paris) para o amor eterno. E é claro, pare para curtir um pouco esta áurea tomando um bom vinho e apreciando as iguarias da região da toscana. Um prato típico para experimentar é a Bistecca Alla Fiorentina (um generoso pedaço de carne).

Como seguir de Florença para Pisa: 83,5 Km

  • Trem: 56 minutos com custo médio de € 5 a € 24
  • Ônibus: 1 hora e 15 minutos, com custo médio de € 5 a € 15
  • Carona: 1 hora e 33 minutos, com custo médio a partir de € 5

Pisa: o desafio à gravidade

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A primeira comuna italiana na região da Toscana que trataremos aqui (a segunda será Florença, sua capital). Essa é uma das cidades da Itália mais visitadas por turistas de todo o mundo e por um motivo simples: um erro que cálculo na construção de uma torre em mármore, que por consequência ficou quatros graus inclinada.

O local onde se encontra, na Piazza dei Miracoli, é repleto de monumentos incríveis para conhecer e tirar fotos. Inclusive com a torre, é claro. Ao chegar no local, que possui uma grama impecável de tão verde, você irá dar risadas com as mais divertidas poses que as pessoas fazem para “segurar ou empurrar a torre de Pisa”. E se você quiser uma vista privilegiada, suba os 300 degraus para conhecer a cidade de um outro patamar.

A vantagem dessa cidade da Itália é a possibilidade de visitá-la em apenas um dia, pois encontram-se praticamente reunidas, as principais atrações. A Catedral (ou Duomo), o Baptistério, a Campanile, o Camposanto (cemitério) e o Museo del’Opera del Duomo. Tudo isso na Piazza dei Miracoli (junto à Torre de Pisa).

É nesta mesma praça, a dos Milagres, que se encontra uma réplica da Lupa Capitolina, a loba que amamentou Rômulo e Remo, fundadores de Roma. Reza a lenda que ambos foram abandonados na floresta pela mãe e esta loba os amamentou. Outras histórias contam que eles foram jogados dentro de um cesto no rio, pelo tio.

Como seguir de Pisa para Roma: 357 Km

  • Trem: 3 horas com custo médio de € 35 a € 50
  • Ônibus: 6 horas e 19 minutos, com custo médio de € 22 a € 63
  • Carona: 4 horas e 42 minutos, com custo médio a partir de € 17

Este será o segundo trecho mais longo da viagem (só perde para o trajeto Nápoles-Parlemo). Porém, se você tiver o espírito viajante poderá realizar um emocionante percurso de trem. Mas, aconselhamos que reserve o seu assento, pois o trem dá lugar a todos, inclusive nos corredores, seja de pé ou sentado em banquinhos retráteis nada confortáveis. O divertido é poder ir em uma das cabines fechadas, daquelas estilo Harry Potter ou Eurotrip, principalmente se viajar com os amigos. Caso não esteja disponível para tal aventura ou não tenha tempo, procure por passagens aéreas em empresas low coast.

  • Avião Pisa-Roma: 1 hora e 45 minutos, com um custo médio de € 103 a € 133
  • Avião Florença- Roma: 2 horas e 50 minutos, com custo médio de € 94 a € 269

Roma: a capital da República e sede do Papado

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Conhecida como Cidade Eterna, berço da civilização ocidental e coração do catolicismo, esta cidade da Itália da região do Lácio é simplesmente grandiosa. O Coliseu, a Fontana di Trevi e a cidade-Estado do Vaticano são apenas alguns dos pontos mais representativos de Roma e que merecem ser visitados (pelo menos uma vez na vida).

Explore cada cantinho deste lugar com as nossas dicas do que fazer em Roma em 3 dias. E, entre uma caminhado e uma pausa, tome um verdadeiro cappuccino italiano e experimente iguarias como Bucatini all’amatriciana (massa com molho de tomate e guanciale – bochecha de porco tipo bacon) e Spaghetti alla Carbonara (massa com ovo cru e guanciale).

Como seguir de Roma para Nápoles: 226 Km

  • Trem: 1 hora e 10 minutos, com custo médio de € 25 a € 40
  • Ônibus: 2 horas e 56 minutos, com custo médio de € 5 a € 50
  • Carona: 2 horas e 54 minutos, com custo médio a partir de € 11
  • Avião: 2 horas e 22 minutos, com custo médio de € 13 a € 173

Nápoles: a capital da máfia

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Acredite ou não, a cidade continua com a má fama devido a criminalidade e, por ser um dos pontos turísticos mais sujos entre as cidades da Itália. Mas calma lá, não queremos que você desista desse roteiro, pois vale a pena sim. A recomendação é aquela básica para todo e qualquer passeio em cidades grandes: cuide dos seus pertences, evite deixá-los à vista, ande com o dinheiro e documentos junto ao corpo e, não menos importante, ao entardecer, evite
passar pelos becos e ruelas da cidade. Eles costumam ser escuros e podem oferecer algum risco (ou não).

A cidade capital da região da Campânia é também a mais populosa da região sul. Sua reputação é a de ser considerada o berço da pizza, em seus mais tradicionais sabores napoletanos: Marinara (Napolitana); Margherita; Ripieno (Calzone) e Formaggio e Pomodoro.

Com relação aos pontos turísticos, com certeza irá encantar. A começar pelo Museo Archeologico Nazionale di Napoli, onde se encontram os afrescos e objetos recuperados de Pompeia e Herculano, cidades destruídas pelo Vesúvio (vulcão). Vale muito a pena passear pelo Centro Histórico (que é bastante caótico e agitado) e por ruelas como Spaccanapoli e Via San Gregorio Armeno (famosa pelas lojas de presépios).

Com relação aos pontos religiosos (que são muito incríveis), recomendamos uma visita a Capela de Pio Monte della Misericordia; ao Complesso Museale di Santa Chiara e ao Duomo de Nápoles, a Capela Sansevero.

Já para uma visita medieval, recomendamos o Castel Nuovo e o Castel dell’Ovo (o mais antigo da cidade) que traz uma lenda sobre um ovo mágico escondido pelo poeta Virgílio e que sustenta a fortaleza. Caso ele se quebre, todo o complexo estará comprometido, assim como boa parte de Nápoles. Será?

Aos aventureiros também há opções: conhecer as ruínas de Pompeia e Herculano, assim como o Monte Vesúvio. Há excursões partindo do centro da cidade para realizar o passeio ou então você pode ir de trem e conhecer as cidades que foram destruídas e de lá, ir ao monte. Para subir (cerca de 167 metros) o custo é de € 10.

Como seguir de Nápoles para Palermo: 724 Km

  • Trem/Ônibus: 1 hora e 10 minutos, com custo médio de € 55 a € 81
  • Barco: de 9 a 13 horas, com custo médio de € 40 a € 90
  • Ferry Boat: 10 horas e 15 minutos, com custo médio de € 40 a € 55
  • Carona: 9 horas e 12 minutos, com custo médio a partir de € 36
  • Avião: 1 horas e 59 minutos, com custo médio de € 62 a € 173

Esta é a maior distância neste percurso entre as cidades da Itália. Palermo está localizada na maior ilha do Mediterrâneao, a Sicília e, portanto, é preciso considerar transportes alternativos como barco ou ferry boat (balsa), que saem, inclusive, de Nápoles. Há a possibilidade de ir de trem até o extremo sul (parte mais próxima à ilha e de lá pegar outro transporte), mas não é muito recomendado, pelo custo-benefício tempo, qualidade do transporte e
preço.

Palermo: o jardim do mediterrâneo

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A capital da região da Sicília é conhecida pela sua gastronomia (um pouco exótica), cultura e história. Uma ótima dica para começar o dia de passeio é experimentar logo no café da manhã o Canoli (doce de massa frita recheado num formato de tubo) ou beber um Latte di Mandorla (adocicado leite de amêndoas).

Na hora do almoço, recomendamos alguns pratos deliciosos, como Caponata (beringela refogada no azeite, cebola, tomate e temperada com alcaparras, vinagre e açucar) e Melanzane alla Parmigiana (beringela à parmegiana). E outro um tanto quanto diferente, o Milza, que pode ser servido em um prato ou no pão. Mas você faz ideia do que seja? Não? É o baço bovino.

Para além da região costeira (praias) de Palermo, há muitos lugares para visitar, tais como as feirinhas das ruas de Vucciria e Ballarò; a Igreja de Santa Maria dell’Ammiraglio (La Martorana) que possui tradição Ortodoxa e é considerada como uma das mais antigas do mundo, datada de 600 d.C; a belíssima Fontana della Vergogna (Fontana Pretoria) e o Palazzo Reale de Palermo, também conhecido como Palazzo dei Normanni. Dentro do palácio há uma belíssima Basílica com três naves, a Catedral de Palermo.

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